quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sentir

O vento de Outono sopra, enquanto míseras marionetas correm vielas, caminhos, ruas, praças.
Por vezes será mera coincidencia a liberdade que nao sentem, reflecte-se na ave que sobrevoa incesantemente o seu porto de abrigo. Idilica seria a imagem, se o que alguns apelidam de Destino determina-se o acaso. Suave é o toque da inocencia, de tal forma exagerada que cruza caminhos percorridos por muitos que nao sente a força de outrem, apenas do voo razante. Frustrante é saber que o principal entruzo nesta avenida se encontra reflectido em cada sujeito que integra o nosso quotidiano, pois um pedaço deles somos nós. Moldamos o barro, a natureza e o Homem a cada segundo, o unico sonho que nos resta não é alcançar a liberdade, mas sim alcançar a superficie solar. A plena conquista está feita apartir d'agora, diante de vós incidem conhecimentos que se esperam germinar, levando toda a humanidade em desencontro do sujeito, para na busca desenfreada da vida, encontrar o seu Espelho.
[tá um pouco mal, mas é o que se arranja] xD